Davi Alcolumbre (União Brasil – AP) manteve a quebra de sigilo de Lulinha. Lulinha é filho do presidente Lula. A decisão foi tomada na CPMI do INSS. Alcolumbre não viu violação nas normas regimentais.
Alcolumbre explicou sua decisão. Ele disse que havia 31 parlamentares, mesmo com 14 votantes. Para ele, a maioria seria de 16 votos. Ele afirma que 14 votos contrários não seriam suficientes.
O presidente do Senado reconheceu um possível erro de Carlos Viana. Viana pode ter se confundido na contagem. Mesmo assim, Alcolumbre manteve a decisão. A interferência do Congresso não seria necessária.
A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo de Lulinha em 26 de fevereiro. O pedido de anulação foi feito por Randolfe Rodrigues e outros parlamentares.
Houve confusão após a votação. André Mendonça, do STF, já havia autorizado a quebra de sigilo antes. A PF investiga o envolvimento de Lulinha com fraudes no INSS.
Mensagens citam repasse de R$ 300 mil para “o filho do rapaz”. A PF acredita que se refere a Lulinha. A CPMI votou outros 86 requerimentos na mesma reunião.


