Deputados estaduais do Mato Grosso do Sul ainda debatem a formação de blocos. Esses blocos definirão a composição das comissões na Assembleia Legislativa.
A distribuição dos blocos é crucial para as comissões. A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) é a mais importante. Todos os projetos passam por ela, atrasando a definição.
A janela partidária redistribuiu as cadeiras. Deputados precisam reformular os blocos para indicar membros às comissões. O regimento exige quatro deputados por partido para ter vaga.
PL, Republicanos e União Progressista atendem a esse requisito. Para ampliar espaços, deputados se organizam em blocos maiores. A formação da CCJ é o maior desafio.
A CCJ pode derrubar projetos antes do plenário. Por isso, sua composição é estratégica e de grande interesse. O ano eleitoral dificulta a busca por voluntários.
Júnior Mochi (MDB) e Rinaldo Modesto (União) se dispuseram a ajudar. A falta de interessados pode mantê-los nas comissões. PL deve formar bloco com Mochi.
Essa união atingiria o mínimo de oito deputados para a formação de bloco. Mochi continuaria na CCJ. Outro bloco formaria com as outras quatro vagas restantes.
Rinaldo, Pedro Caravina (PSDB), Paulo Duarte (PSDB) e Pedrossian Neto (Republicanos) ocupariam as vagas. O PT reivindicou vaga, mas não conseguiu por não ter quatro deputados.
João Henrique (Novo) também não tem direito à indicação. O Novo possui apenas um representante na Assembleia.


