Gustavo Petro, presidente da Colômbia, anunciou que processará Daniel Noboa, presidente do Equador. A razão é uma acusação de calúnia feita em entrevista. Noboa alegou que Petro se encontrou com grupo ligado a facção criminosa. O encontro teria ocorrido durante a posse de Noboa, em maio de 2025.
Petro nega as acusações e afirma ter testemunhas. Ele questiona se visitar o Equador implica suspeitas de contatos obscuros. O presidente colombiano menciona o acompanhamento do exército equatoriano.
Além disso, Petro criticou o tratamento de Noboa ao seu pedido de liberdade para Jorge Glas. Glas é ex-presidente do Equador e foi condenado por envolvimento no caso Odebrecht. Petro também divulgará lista de equatorianos extraditados.
A disputa intensifica a crise entre Colômbia e Equador. Uma guerra comercial já está em curso desde janeiro. Noboa impôs tarifas sobre importações colombianas, alegando falta de controle na fronteira.
A Colômbia respondeu com impostos e suspensão da venda de energia. O Equador elevou as tarifas de 30% para 100%. A tensão aumentou após Petro classificar Glas como “preso político”.
Noboa rejeitou a classificação e convocou seu embaixador em Bogotá. A Colômbia adotou a mesma medida em seguida.


