O presidente dos EUA confirmou a ameaça de retaliar o país asiático e anunciou nesta terça-feira (8) uma nova tarifa de 50% em cima das taxas já impostas anteriormente aos produtos chineses
Presidente dos EUA ainda comentou sobre uma conversa positiva que teve com o presidente interino da Coreia do Sul, Han Duck-soo, e mencionou que as tratativas com Japão e Israel estão em andamento
A informação foi revelada por dois blogueiros próximos ao regime de Xi Jinping, em meio ao contexto da crescente ‘guerra comercial’ entre os dois países
Bolsa japonesa Nikkei registrou um aumento de 6,02% e o Topix subiu 6,26%; Donald Trump mencionou o Japão como um dos países com os quais pretende negociar um acordo comercial, em meio à imposição de tarifas
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu a resolução negociada para situação atual e enfatizou ‘a responsabilidade da Europa e China em apoiar um sistema de comércio reformado, livre e justo’
Ministério do Comércio classificou a imposição de taxas como ‘completamente infundada’ e declarou que os EUA cometem ‘um erro sobre outro’ e têm ‘natureza chantagista’
No primeiro dia útil após o tarifaço e a resposta chinesa, mercados pelo mundo reagiram com imensa preocupação, apresentando quedas substanciais
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, fez um apelo aos líderes de empresas norte-americanas, como a Tesla, solicitando que adotem ‘medidas concretas’ para enfrentar a questão das tarifas
Segundo o presidente dos EUA, o uso de taxas como instrumento de pressão tem funcionado: ‘Se eu não fizesse o que fiz com tarifas, ninguém iria tentar negociar’
Yang, 18 anos, vive em um banheiro na China para economizar no aluguel e realizar o sonho de comprar uma casa e um carro.
Em uma escalada na guerra comercial iniciada pela Casa Branca, Pequim já havia implementado tarifas de 34% sobre produtos americanos; tensão gerou pânico no mercado financeiro global
De acordo com publicação do jornal do Partido Comunista, o banco central chinês (PBoC) poderá cortar as taxas de juros a qualquer momento, considerando que o país tem espaço para deixar o déficit orçamentário aumentar
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