A solenidade reúne os chefes dos Três Poderes em meio à crise de imagem envolvendo a atuação da Corte na investigação do Banco Master e às discussões sobre a criação de um código de conduta para os magistrados
Paulo Gonet contesta decisão do ministro Dias Toffoli e sustenta que provas contra Roberto Gonçalves são independentes da Operação Lava Jato e que recursos devem ressarcir os cofres públicos
Pedido, apresentado pela defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, buscava afastar do caso os ministros da Corte, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet
‘Havia um plano de assassinato do presidente da República, do vice-presidente da República e do presidente da nossa Corte Eleitoral. Isso, por si só, deveria chocar e espantar todos’, disse Andrei Passos Rodrigues
Decisão foi tomada após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentar um parecer ao STF se posicionando contra a solicitação de prisão do ex-presidente