A solenidade reúne os chefes dos Três Poderes em meio à crise de imagem envolvendo a atuação da Corte na investigação do Banco Master e às discussões sobre a criação de um código de conduta para os magistrados
Paulo Gonet contesta decisão do ministro Dias Toffoli e sustenta que provas contra Roberto Gonçalves são independentes da Operação Lava Jato e que recursos devem ressarcir os cofres públicos
Ministro do Supremo Tribunal Federal teria conversado sobre o caso com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo
Pedido, apresentado pela defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, buscava afastar do caso os ministros da Corte, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet
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