A passagem de Rafah, entre Gaza e Egito, reabriu nesta segunda-feira (2). O trânsito de pessoas é permitido nos dois sentidos.
A fronteira estava fechada desde 2024. A reabertura ocorre sob condições restritas para os habitantes.
A ONU e outras organizações pediram a abertura da fronteira. A entrada de ajuda internacional, porém, segue bloqueada.
Um funcionário israelense anunciou a reabertura. A missão europeia EUBAM Rafah acompanha a situação.
Segundo a mídia egípcia, apenas 50 pessoas poderão cruzar nos primeiros dias. A TV israelense Kan informou outros números.
A previsão é de 150 pessoas saindo de Gaza, incluindo 50 doentes. Outras 50 pessoas devem chegar do Egito. A fronteira ficará aberta por seis horas diárias.
Uma fonte na fronteira informou que poucas pessoas chegaram do lado egípcio. Elas esperam conseguir atravessar.
Autoridades israelenses não informaram sobre aumento da ajuda a Gaza. A região enfrenta uma grave crise humanitária.
A ajuda internacional chega pelo posto de Kerem Shalom. Ele fica próximo a Rafah.
Feridos e doentes aguardavam a reabertura da passagem. Ela é a única ligação de Gaza com o mundo que não passa por Israel.
Zakaria, ferido em 2024, teme a amputação das pernas. Mohamed Nasir precisa de uma cirurgia não disponível em Gaza.
Asma Al Arqan, estudante palestina, espera um futuro melhor. A abertura de Rafah permitiria que ela continuasse seus estudos no exterior.
A reabertura total de Rafah faz parte do plano de Donald Trump. O objetivo é acabar com a guerra iniciada em 7 de outubro de 2023.
O ataque do Hamas matou 1.221 pessoas em Israel. Desde então, mais de 71 mil palestinos morreram na Faixa de Gaza.
Israel e Hamas se acusam de violar o cessar-fogo. Ataques israelenses mataram 32 pessoas no sábado, segundo a Defesa Civil de Gaza.
Hazem Qasem, do Hamas, alertou contra obstruções de Israel. As autoridades israelenses exigem autorização de segurança prévia.
A coordenação ocorre com o Egito, sob supervisão da missão europeia em Rafah.
Fonte: AFP


