O MPMS investiga o prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL). A investigação apura possível enriquecimento ilícito. A vice-prefeita, secretários e o procurador-geral também são investigados.
O grupo é suspeito de improbidade administrativa. Eles teriam recebido salários com aumento por cinco meses. Uma ordem judicial já havia suspendido o reajuste.
A promotora Lenize Martins Lunardi Pedreira assinou o despacho em 6 de fevereiro de 2026. A Lei Municipal que aumentou os salários teve seus efeitos suspensos em 11 de março de 2025.
Juliano Ferro foi notificado da decisão em 17 de março. A administração municipal ignorou a ordem judicial. Eles continuaram pagando os valores reajustados entre abril e agosto de 2025.
O pagamento correto ocorreu apenas em setembro, após nova intimação. A promotoria aponta “flagrante descumprimento” e “indícios de dolo”. O município recorreu da decisão, mas manteve os pagamentos.
A promotora encaminhou o caso ao Procurador-Geral de Justiça, Romão Ávila. Ele tomará medidas criminais e cíveis contra o prefeito. Os demais servidores também serão investigados.
A investigação atinge Juliano Ferro, Angela Casarotti Cardoso e os secretários. A lista inclui Adriano Tiburcio, André Edimar e outros.


