Apenas dois pré-candidatos registraram doações para a campanha eleitoral de 2026 em Mato Grosso do Sul. Ambos filiados ao Partido Novo, eles iniciaram a arrecadação após uma semana da liberação da Justiça Eleitoral. João Henrique Catan, pré-candidato ao Governo do Estado, e Miriam Gimenez, pré-candidata a deputada estadual, figuram como os únicos a captar recursos até o momento.
João Henrique Catan lidera arrecadação no Estado
João Henrique Catan (Novo), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026, lidera a arrecadação no estado. Ele recebeu 63 doações, totalizando R$ 13.188,00. Os dados provêm da plataforma “Quero apoiar”, única a fornecer informações até o momento. Rogers Valério, chefe de gabinete de Catan na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, realizou as maiores contribuições, com três doações de R$ 1.010,00 cada. Nacionalmente, Catan ocupa a 17ª posição entre os pré-candidatos com maior arrecadação. A corrida ao Governo de MS em 2026 já ganha contornos com seis pré-candidatos anunciados.
Miriam Gimenez, também do Partido Novo, segue como a segunda pré-candidata a receber doações. Pré-candidata a deputada estadual em 2026, ela captou R$ 1.150,00, distribuídos em dez doações.
Regras para financiamento coletivo
A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizam pré-candidatos a iniciar campanhas de arrecadação prévia de recursos. Esta modalidade de financiamento coletivo é popularmente conhecida como “vaquinha virtual”. O TSE estabelece que, caso a candidatura não se formalize, os valores arrecadados devem retornar aos doadores, conforme as condições definidas pelas plataformas de arrecadação.


