O vereador Sindoley Morais, de Paranaíba, confrontou Marcos Pollon, pré-candidato do PL ao Senado, sobre a garantia de apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para as eleições de outubro de 2026. Morais questionou a solidez do endosso, lembrando promessas anteriores de Bolsonaro a outros nomes da direita.
A discussão ocorreu em um vídeo publicado nas redes sociais, onde Pollon criticava pesquisas eleitorais que ele considera manipuladas. Sindoley Morais recordou vídeos antigos de Jair Bolsonaro. Um deles, de 2024, apresentava Capitão Contar como o candidato do ex-presidente ao Senado para 2026. Outro vídeo, de 2025, mostrava Bolsonaro indicando Gianni Nogueira como uma das escolhidas para a disputa.
Pollon desafiou o vereador a divulgar os vídeos, afirmando não ter visto nenhum deles. Ele prometeu levar pessoalmente a carta de apoio de Bolsonaro a Morais em Paranaíba, em um contexto onde o apoio do ex-presidente é crucial para a campanha.
Desafio para unificar a direita
“Vai ser um prazer mostrar a carta do presidente pessoalmente, inclusive podemos gravar um vídeo seu com essa dúvida sua pra ele! Forte abraço”, respondeu Pollon.
O vereador indagou se a exibição dos vídeos alteraria a situação do deputado. Ele reiterou seu apoio aos dois nomes que o PL definir para as vagas ao Senado em 2026, lembrando que o partido concentra uma parcela significativa do fundo eleitoral.
“Não me interprete ao contrário, se for você na segunda vaga, terá com toda certeza meu voto e apoio, te conheço desde 2015. Agora o que não podemos é dividir a direita por uma questão de ego em nosso estado. Mais uma vez, não estou te criticando, mas vídeos assim, só dividem os eleitores de um grupo que não podem se dividir. Já que você não acredita em pesquisas, e detalhe eu também só acredito em pesquisas que eu peço pra fazer. Vamos fazer o seguinte, chamamos a imprensa, e vocês 3 (@capitaocontar @gianni.nogueira @pollonms) vem com as suas provas e coloquem na mesa, a escolha mais antiga pega a segunda vaga, você topa?! Assim paramos com essa de dividir a direita”, desafiou Morais.
Fonte: Investiga MS


