Acordo, que ainda é válido por pelo menos cinco semanas, exige que o exército libanês controle a região entre o Rio Litani e a fronteira norte de Israel
Benjamin Netanyahu acusou o grupo terrorista de não respeitar a trégua combinada na semana passada; ONU corroborou denúncia israelense
Forças armadas israelenses listam quatro incidentes, incluindo um bombardeio da força aérea israelense contra ‘terroristas do Hezbollah identificados se aproximando de estruturas do Hezbollah no sul do Líbano’
Segundo o presidente ucraniano, adesão evitaria novas agressões da Rússia; chefe de Estado também pediu proteção da aliança militar liderada pelos Estados Unidos
Após 24 horas completas do primeiro dia de cessar-fogo entre Israel e Hezbollah, no Líbano, muitos criam expectativas para novos acordos de paz, em um cenário que indica exatamente o contrário
Primeiro-ministro de Israel afirmou que duração da trégua dependerá da capacidade do grupo extremista islâmico de cumprir os termos combinados, e que foco é ‘ameaça’ do Irã e Hamas
Entre os principais pontos de discórdia está uma demanda israelense de reservar o direito de agir caso o Hezbollah viole suas obrigações
Líderes da França e dos Estados Unidos afirmaram que negociações para trégua no Líbano registraram um avanço significativo
Acordo é proposto pelos Estados Unidos e inclui resolução 1701 da ONU
Najib Mikati pediu ao país persa que ajude a implementar a resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que encerrou a última guerra entre Israel e o Hezbollah, em 2006
Durante reunião entre os chefes do Mossad israelense, da CIA americana e o primeiro-ministro do Catar, eles abordaram uma trégua de ‘de menos de um mês’
Em comunicado, as forças armadas iranianas afirmaram que os bombardeios israelenses ‘causaram danos limitados e apenas alguns sistemas de radar foram danificados’
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