Governo israelense afirma que as operações continuarão até que os cidadãos do norte libanês possam retornar com segurança às suas residências
Agência estatal libanesa ‘ANN’, considerou que estas mensagens ‘fazem parte da guerra psicológica adotada pelo inimigo’, em meio a uma tensão crescente na região
Estado judeu respondeu à ofensiva do grupo libanês com cerca de 400 ataques a alvos no sul do país, segundo o porta-voz militar israelense, tenente-coronel Nadav Shoshani
Número de mortos das explosões somadas chegou a 37, e 3 mil pessoas ficaram feridas; desde então, os ataques entre Israel e os terroristas da milícia libanesa se intensificaram
Este é um dos movimentos mais intensos de Israel contra os terroristas durante a guerra no Oriente Médio; o governo brasileiro diz, em nota, que acompanha com ‘forte preocupação’ a escalada de tensões na região
Um dia após o ataque que matou 37 pessoas, incluindo terroristas do Hezbollah, aviões de Israel bombardearam o sul do Líbano neste sábado (21)
Devido aos novos bombardeios, primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, cancelou ida à Assembleia Geral da ONU após ataque israelense
Ataque é considerado o mais intenso realizado por Israel na capital libanesa desde a guerra de 2006
Conselho de Segurança da ONU debate a intensificação da violência entre Israel e Hezbollah, com preocupações sobre ataques e deslocamento de civis.
Ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, destacou que a dinâmica do conflito está se deslocando do sul, em Gaza, para o norte do país
De acordo com o Ministério da Saúde libanês, o ataque destruiu prédios e veículos e deixou três mortos e 17 feridos; conflito escalou após explosões envolvendo pagers e walkie-talkies
Grupo terrorista afirmou, ainda, que os foguetes foram uma retaliação pelo ataque do Estado judeu a vilas e residências no sul do Líbano
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