Os protestos começaram no final de dezembro, iniciados por comerciantes de Teerã devido à queda do rial, e logo se espalharam pelo país pedindo o fim da República Islâmica
As autoridades iranianas cortaram, sem aviso prévio, todas as comunicações em 8 de janeiro, em meio à onda de manifestações contra o governo, que começaram como protestos contra a crise econômica
Ali Khamenei afirma que repressão e violência fazem parte de uma ‘conspiração americana’ para enfraquecer o país política, militar e economicamente
No começo da semana, o presidente americano chegou a dizer que poderia realizar um ataque contra Teerã se o país persa matasse os manifestantes
A mobilização começou em Teerã para protestar contra o custo de vida, mas se espalhou para outras cidades com a exigência da queda do sistema teocrático da república islâmica desde a revolução de 1979
A participação diplomática árabe ocorreu em razão do temor de “graves repercussões” que tal ação teria sobre a região
Durante um evento na Casa Branca, o presidente dos EUA também declarou que uma ‘boa fonte’ lhe informou que, no momento, ‘não há planos de execuções’ de detidos.
País do Oriente Médio afirmou que atacaria instalações americanas caso fosse bombardeado
Medida congela processos de residência permanente (Green Card) por tempo indeterminado a partir do dia 21 de janeiro; vistos de turismo seguem permitidos
Um avião da Marinha americana sobrevoou a área próxima à costa do Irã na noite de terça-feira, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incitou manifestantes iranianos
Rússia e Irã são outros países incluídos na lista; não ficou claro se as liberações de turismo serão incluídas nessa medida
Em resposta às ameaças de Trump de intervir diante da repressão à onda de protestos, fontes extraoficiais afirmam que Teerã pediu aos aliados dos Estados Unidos na região que ‘impedissem Washington de atacar o Irã’
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