Empresas são acusadas de violar as normas vigentes sobre a concorrência
Magnata compareceu pelo terceiro dia consecutivo perante um tribunal em um caso no qual os Estados Unidos acusam a Meta de ter comprado Instagram e WhatsApp para evitar a concorrência
Mark Zuckerberg, dono da empresa, foi o primeiro convocado a depor e deverá demonstrar que ambos os serviços só se tornaram aplicativos essenciais devido aos investimentos de seu grupo
Companhias têm um prazo de dez dias para atender à solicitação, sob a ameaça de uma multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento
Teste será limitado a um grupo de até 200 mil pessoas, que poderão tanto escrever quanto avaliar as notas sobre diferentes conteúdos
Sarah Wynn-Williams foi instruída a não fazer mais comentários depreciativos e a remover declarações anteriores que pudessem prejudicar a imagem da empresa
Páginas envolvidas estavam utilizando vídeos fraudulentos, falsificando perfis oficiais e alegando um valor inexistente a receber da União; além disso, taxas eram cobradas
Zuckerberg anunciou novas diretrizes na Meta, com foco em IA e metaverso, mas enfrentou críticas internas sobre diversidade e mudanças nas reuniões.
CEO da Meta, Mark Zuckerberg, explicou que a remoção dos verificadores de fatos nos Estados Unidos foi motivada por falhas no sistema, que levaram a casos de censura indevida
Evento tem como foco principal as recentes mudanças anunciadas pela empresa, especialmente a substituição do serviço de checagem de fatos por um sistema de notas da comunidade
Reunião ocorrerá na próxima quarta-feira (22) no auditório da Escola Superior da AGU, em Brasília, e abordará condutas de ódio nas redes sociais
Iniciativa do novo titular da Secom surge em resposta às recentes mudanças nas diretrizes da Meta, que controla plataformas como Facebook e Instagram
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