Magno Malta (PL), Eduardo Girão (Novo) e Marcos do Val (Podemos) entraram com impugnação. Eles contestam a votação da CPI do Crime Organizado no Senado. Os senadores alegam que mudanças na comissão impactaram o resultado.
As substituições ocorreram pouco antes da votação final. Segundo o documento, isso alterou a estrutura interna da CPI. O impacto foi direto na deliberação.
O recurso afirma que senadores foram substituídos. Os novos membros não acompanharam a investigação. Isso teria distorcido a votação e comprometido a legitimidade.
Os autores alegam violação da proporcionalidade. Eles também apontam uso indevido de prerrogativas. Os senadores pedem a anulação da votação.
Eles querem a recomposição da comissão. O objetivo é uma nova decisão regular. A CPI rejeitou o relatório final que pedia o impeachment de ministros do STF.
A rejeição ocorreu após manobra de Lula e Alcolumbre. Eles trocaram Moro e Marcos do Val por Teresa Leitão e Beto Faro. A CPI era formada por 11 titulares e sete suplentes.
Instalada em 2025, a CPI investigou organizações criminosas. O foco era a atuação, expansão e funcionamento das facções e milícias no Brasil. Buscava soluções para o combate ao crime.
Fonte: Jovem Pan News


