Líderes de esquerda se reuniram em Barcelona. Eles discutiram como proteger a democracia. O evento foi impulsionado por Brasil e Espanha. Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, discursou. Ele alertou sobre ataques ao sistema multilateral. Sánchez também mencionou a normalização do uso da força.
Lula, presidente do Brasil, participou do encontro. Cyril Ramaphosa, da África do Sul, e Gustavo Petro, da Colômbia, também estiveram presentes. Sánchez destacou a disposição dos participantes. Eles querem fortalecer o sistema democrático. A reunião coincidiu com um encontro da direita europeia em Milão.
Claudia Sheinbaum, presidente do México, foi a Barcelona. Esta foi sua primeira viagem à Europa. Sua presença sinaliza uma reaproximação entre Espanha e México. Os países tiveram tensões diplomáticas recentes. O rei Felipe VI da Espanha reconheceu abusos na conquista das Américas.
Sheinbaum defendeu o México durante o evento. Ela mencionou as relações históricas com a Espanha. O México sediará a próxima Reunião em Defesa da Democracia. Ela propôs uma declaração contra a intervenção em Cuba. Gustavo Petro negou que o encontro seja anti-Trump.
Petro afirmou que a cúpula busca uma alternativa no mundo. Ele descreveu o evento como um farol. O objetivo é traçar um rumo para a vida, não para a morte. O encontro coincide com o fórum ‘Glo
Fonte: Agência de Notícias


