Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás e pré-candidato à presidência da República, avaliou nesta quinta-feira (01/05/2026) que as recentes decisões do Congresso Nacional sinalizam o isolamento político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e antecipam sua derrota nas eleições de 2026.
Congresso Derruba Veto e Rejeita Indicado ao STF
Caiado destacou a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado Federal na quarta-feira (29/04/2026), evento que representou uma derrota histórica para o governo Lula. Menos de 24 horas depois, o Planalto sofreu um novo revés com a derrubada do veto presidencial ao projeto de lei (PL) da Dosimetria pelo Legislativo.
“Com Câmara e Senado motivados para derrubar pautas do Planalto, Lula deve garantir os votos dos eleitores ainda fiéis, mas que não vão ser suficientes. Os episódios de ontem e de hoje só antecipam o fim da era Lula”, declarou Caiado. O pré-candidato argumenta que a oposição do Legislativo às propostas do Executivo demonstra a fragilidade política do atual governo, impactando suas chances eleitorais em 2026.
A rejeição de Jorge Messias ao STF foi um golpe significativo para a administração petista, que via na indicação um movimento estratégico. Paralelamente, a derrubada do veto ao PL da Dosimetria representa uma alteração no cálculo de penas para crimes, beneficiando condenados por atos contra o Estado Democrático de Direito. Essa movimentação legislativa, em conjunto com a rejeição da indicação ao STF, reforça a tese de isolamento político defendida por Caiado.
O cenário político em 2026 se desenha com o Congresso atuando de forma independente e, por vezes, contrária às iniciativas do Executivo. A oposição tem articulado o bloqueio de novas indicações ao STF até as eleições, buscando consolidar sua influência no cenário político nacional. A dinâmica entre os poderes Legislativo e Executivo continua a moldar o ambiente político brasileiro.
Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF em votação histórica e o Congresso derruba veto presidencial e altera cálculo de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.


