O presidente Donald Trump assinou um decreto nesta sexta-feira (01/05/2026) que amplia as sanções dos Estados Unidos contra o governo cubano. A medida busca intensificar a pressão sobre Havana, após ações recentes na Venezuela.
Novas Medidas Restritivas
As novas sanções têm como alvo indivíduos, entidades e afiliadas que apoiam o aparato de segurança do governo cubano. Elas também se destinam a aqueles cúmplices de corrupção ou de graves violações dos direitos humanos, bem como agentes, funcionários ou apoiadores do regime, segundo informaram duas autoridades da Casa Branca à Reuters.
A ordem executiva autoriza a imposição de sanções secundárias para a realização ou facilitação de transações com os alvos designados. Detalhes sobre as pessoas ou entidades específicas afetadas pelas sanções não foram divulgados imediatamente.
Contexto Político
Esta medida representa a mais recente ação do governo Trump contra Cuba, país que o presidente tem descrito como “próximo de um estado de colapso”. A Casa Branca não especificou quais ações adicionais poderiam ser tomadas em relação à nação insular, mas Trump declarou recentemente que “Cuba é a próxima”. As ações americanas contra Cuba ocorrem em um cenário de tensões regionais, com os EUA intervindo na Venezuela e, em conjunto com Israel, engajados em um conflito contra o Irã desde 28 de fevereiro. A Casa Branca tem rejeitado comentários sobre novas propostas iranianas de negociação, indicando um foco persistente em outras agendas diplomáticas e de segurança.


