O presidente Donald Trump anunciou que a Marinha dos Estados Unidos abateu sete pequenas embarcações do Irã no Estreito de Ormuz. A ação, ocorrida nesta segunda-feira (4 de maio de 2026), foi classificada como retaliação a um ataque iraniano contra navios escoltados na passagem marítima.
Trump indicou que a Coreia do Sul pode ser convidada a integrar a missão. “Por uma embarcação da Coreia do Sul ter sido alvo da ofensiva, talvez ‘seja hora’ de Seul ‘juntar-se à missão'”, declarou o presidente. Ele acrescentou que, além do navio sul-coreano, não houve registro de danos em outras embarcações.
No domingo (3 de maio de 2026), Trump havia revelado o lançamento do “Projeto Liberdade”, um plano para que as forças americanas realizem a escolta de navios no Estreito de Ormuz. A medida foi descrita como um gesto “humanitário” para auxiliar marinheiros em trânsito na via marítima, que poderiam estar com suprimentos limitados.
O comando militar iraniano emitiu um alerta, afirmando que tropas americanas seriam atacadas caso a operação de escolta fosse prosseguida. O Irã intensificou restrições ao tráfego no Estreito de Ormuz, rota vital para o transporte global de combustíveis, desde 28 de fevereiro de 2026, data em que Estados Unidos e Israel iniciaram ataques contra o país. Em resposta, Washington mantém um bloqueio naval aos portos iranianos.
A tensão na região se intensifica em meio a negociações complexas. O Irã exige recuo dos Estados Unidos, enquanto a Guarda Revolucionária Iraniana desafia a capacidade americana. Paralelamente, os EUA lançaram a operação “Projeto Liberdade” para escolta de navios. A situação geopolítica é agravada por tensões em solo palestino.


