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Terça-feira, 30 Junho, 2026
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    Pré-candidatos de MS Arrecadam R$ 86,3 Mil em Doações para Eleições de 2026

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    Pré-candidatos de Mato Grosso do Sul arrecadaram R$ 86,3 mil em doações para as eleições de 2026. Um total de 484 apoiadores contribuiu até 30 de junho de 2026. As doações, permitidas desde 15 de maio de 2026, ocorrem de forma ainda discreta no estado.

    A Plataforma Quero Apoiar, única autorizada para registro e ranqueamento de doações, mostra Mato Grosso do Sul na 11ª posição no ranking nacional. O estado de São Paulo lidera a arrecadação com R$ 871 mil. Rio Grande do Sul aparece em segundo lugar com R$ 662 mil, seguido pelo Rio de Janeiro, com R$ 639 mil.

    Lideranças de Arrecadação em MS e no Brasil

    O deputado Pedro Caravina (PSDB) lidera a arrecadação em Mato Grosso do Sul, com R$ 44,4 mil provenientes de 66 apoiadores. Ele figura na 17ª posição no ranking geral do Brasil. Nacionalmente, o pré-candidato à presidência, Renan Santos (Missão), encabeça a lista, com R$ 1,1 milhão em doações.

    No cenário estadual, João Henrique Catan (Novo), pré-candidato ao Governo do Estado, ocupa a segunda posição. Ele arrecadou R$ 14,8 mil, valor próximo ao registrado em 22 de maio de 2026, quando somava R$ 13.188,00 e liderava o ranking local. Rogers Valério, chefe de gabinete de Catan na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, foi o maior doador, com três contribuições de R$ 1.010,00 cada.

    O Delegado André Matsushita, pré-candidato a deputado federal pelo Partido Progressista (PP), aparece em terceiro lugar, com R$ 11,1 mil arrecadados. Na sequência, Ton Borges (Novo), pré-candidato a deputado estadual, registrou R$ 5,8 mil em doações.

    Regulamentação das Doações Eleitorais

    Pré-candidatas e pré-candidatos podem iniciar campanhas de arrecadação prévia de recursos por meio de financiamento coletivo, conhecido como “vaquinha virtual”. Esta modalidade está prevista na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e em resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que regulamentam o financiamento de campanhas e a propaganda eleitoral na internet.

    As regras do TSE estipulam que, caso a candidatura não seja formalizada para as eleições de 2026, os valores arrecadados devem ser devolvidos aos doadores. As condições para essa devolução são estabelecidas pelas plataformas responsáveis pela arrecadação. A Justiça Eleitoral monitora o cumprimento dessas diretrizes, conforme o cenário da semana política em MS.

    Fonte: Investiga MS

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