A semana política em Mato Grosso do Sul foi marcada por perdas significativas, investigações do Ministério Público Estadual e movimentações judiciais. Duas importantes lideranças políticas do estado faleceram. Paralelamente, o cenário para as eleições de 2026 começou a ganhar contornos, com partidos definindo estratégias e candidaturas.
Luto na Política Sul-Mato-Grossense
Mato Grosso do Sul se despediu do ex-governador Marcelo Miranda, aos 87 anos. Em outro dia, a ex-deputada e vereadora de Campo Grande por três mandatos, Grazielle Machado, também faleceu. Ambos os nomes deixam um legado na política do estado.
Ações do Ministério Público e Judiciário
O Ministério Público Estadual (MPE) conduziu investigações em municípios do interior. O MPE apura irregularidades nas diárias de vereadores em Rio Brilhante e nas contratações de comissionados em Dourados, supostamente em substituição a servidores concursados. Em Maracaju, um projeto de aeródromo apresentou falhas.
No âmbito judicial, a Justiça negou o desbloqueio de bens do ex-governador Reinaldo Azambuja. O Partido Democrático Trabalhista (PDT) acionou a Justiça para contestar o mandato de Marquinhos Trad, que se filiou ao Partido Verde (PV).
Cenário Eleitoral de 2026
O Partido Liberal (PL) enfrenta uma fase de indefinições em suas candidaturas para as eleições de 2026. Um conflito entre Michele e Flávio Bolsonaro ameaça atrasar as decisões partidárias. Enquanto isso, Simone Tebet (PSB) foi confirmada como candidata de Lula ao Senado por São Paulo, um movimento que repercute no tabuleiro político nacional e para as eleições de 2026.


