Julgamento foi interrompido após pedido de vista de Kassio Nunes Marques, mas os ministros que ainda não se manifestaram podem incluir seus votos antes do prazo final
Defesa alegava que Alexandre de Moraes não podia participar do caso porque é listado como vítima e pedia a suspeição dos outros dois; Primeira Turma se prepara para analisar a denúncia apresentada pela PGR
Luís Roberto Barroso já havia negado os pedidos, mas as defesas do ex-presidente e de Walter Braga Netto recorreram; Corte também analisará se caso irá para o plenário ou seguirá na Primeira Turma
Moraes havia liberado mais cedo a denúncia da PGR para análise da 1ª Turma do STF, formada por ele, Carmen Lúcia, Luiz Fux, Flávio Dino e da qual Zanin é presidente; se a denúncia for aceita, os acusados se tornarão réus
Os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA) e o suplente de deputado Bosco Costa (PL-SE) negam irregularidades; defesas pediram ao STF a rejeição da denúncia por falta de provas
PGR alega que os envolvidos solicitaram ao prefeito José Eudes Sampaio Nunes uma quantia de R$ 1,6 milhão como ‘vantagem indevida’ em troca da indicação de emendas que totalizariam R$ 6,6 milhões
Se fossem barrados do julgamento, o quórum ficaria reduzido para analisar a denúncia no colegiado, de modo que a votação poderia ser transferida para o plenário da Corte, como deseja o ex-presidente
Ministro afirmou que não possui vínculos pessoais que o tornem suspeito em relação às acusações contra Bolsonaro, além de não encontrar fundamentos legais que justifiquem sua recusa em atuar no caso
Defesa quer que ambos os ministros indicados no terceiro mandato de Lula sejam declarados impedidos de julgar a denúncia da Procuradoria Geral da República sobre suposta trama golpista
Defesa de Bolsonaro busca que ambos os ministros sejam declarados impedidos de julgar a denúncia da Procuradoria Geral da República sobre uma suposta trama golpista
Polícia Federal identificou mensagens de um lobista que estão ligadas a decisões no gabinete do ministro Paulo Moura Ribeiro
Julgamento, que teve início no dia 14 e se estenderá até o dia 21, gera expectativas sobre uma possível reversão da decisão do STF de 2024
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