O Advogado-Geral da União, Jorge Messias, reagiu à rejeição de seu nome pelo Senado Federal para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A votação ocorreu na quarta-feira, 29 de abril de 2026. Messias declarou que “lutou o bom combate como um bom cristão” e aceita a soberania do plenário.
Reação e Aceitação da Decisão
Messias, com a voz embargada, disse a jornalistas que “não é fácil para uma pessoa com a sua trajetória não ser aprovada para a Corte”. Ele afirmou não encarar a decisão “como um fim” e não acredita que sua história termine ali.
O AGU agradeceu a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando-a como “uma grande honra”. Desde o anúncio de sua indicação, em 21 de novembro de 2025, Messias foi recebido por 78 senadores.
Sobre o resultado, Messias afirmou: “O Senado é soberano, o Plenário é soberano, faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder”.
Posicionamento do Governo
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, acompanhou Messias. Guimarães afirmou que o governo federal “encaminhou o melhor nome” para a vaga deixada pelo ex-ministro Luis Roberto Barroso. Ele acrescentou que cabe ao governo “explicar as razões” da rejeição de Messias, cuja sabatina no Senado gerou grande expectativa.


