Flávio Bolsonaro mantém a liderança na disputa pela Presidência da República em Mato Grosso do Sul. Ele registra 42,35% das intenções de voto, superando Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que alcança 32,12%. Os dados são da pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR), realizada entre 9 e 13 de junho de 2026. O cenário no estado diverge das tendências nacionais, onde o presidente Lula tem apresentado crescimento.
Cenário Atual da Pesquisa IPR em Mato Grosso do Sul
O levantamento do IPR aponta os seguintes percentuais para os demais candidatos à Presidência da República em 2026:
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 5,99%
- Renan Santos (Missão): 3,19%
- Augusto Cury (Avante): 2,17%
- Romeu Zema (Novo): 1,53%
- Joaquim Barbosa (DC): 1,02%
A pesquisa também indica que 3,95% dos entrevistados pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 8,67% não souberam ou não quiseram responder. O Instituto ouviu 784 pessoas. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. Os registros eleitorais são BR-00547/2026 e MS-02355/2026.
Comparativo com Levantamento de Maio
A análise comparativa com a pesquisa anterior do IPR, realizada em maio de 2026, mostra poucas variações significativas para os líderes. Flávio Bolsonaro registrava 43,49%, indicando uma leve queda de 1,14 ponto percentual. Lula apresentava 32,02%, com uma variação positiva marginal de 0,10 ponto percentual. Nacionalmente, Lula tem aberto vantagem sobre Flávio, mas em Mato Grosso do Sul, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro mantém sua posição de destaque.
Outros candidatos também tiveram alterações. Ronaldo Caiado subiu de 4,21% para 5,99%, enquanto Romeu Zema caiu de 3,32% para 1,53%. Aldo Rebelo, que aparecia com 1,02% em maio, não foi mencionado no levantamento atual. A proporção de votos em branco ou nulos diminuiu de 6,25% para 3,95%, e o número de eleitores que não souberam ou não quiseram responder reduziu de 9,69% para 8,67%.
Este cenário reforça a particularidade do eleitorado sul-mato-grossense nas eleições de 2026, onde a dinâmica política local apresenta uma resistência à tendência observada em grande parte do país.


