A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização para uma cirurgia no ombro direito. O pedido chegou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na terça-feira (21).
Os advogados solicitaram urgência na avaliação. O procedimento deve ocorrer na sexta-feira (24) ou sábado (25).
Um documento aponta que Bolsonaro apresenta ‘dor persistente e incapacidade funcional’ no ombro. Ele já tentou tratamentos conservadores e usa analgésicos diariamente.
Exames físicos e de imagem confirmaram a necessidade. O médico ortopedista Alexandre Firmino Paniago indicou formalmente a cirurgia. Trata-se de um reparo por via artroscópica.
A defesa argumenta que o pedido possui natureza ‘estritamente humanitária e sanitária’. A iniciativa visa preservar a integridade física e a qualidade de vida do requerente. Não é uma conveniência pessoal, mas uma ‘necessidade terapêutica concreta’.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão. A condenação é por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. O ministro Alexandre de Moraes autorizou a transferência do ex-presidente para prisão domiciliar em 24 de março. Ele permanecerá em casa por 90 dias.
A decisão ocorreu após semanas de internação. Bolsonaro passou por uma UTI em um hospital de Brasília. Ele tratava uma broncopneumonia bacteriana bilateral.
O último relatório médico foi enviado ao STF na semana passada. O quadro pulmonar do ex-presidente apresenta uma evolução clínica ‘satisfatória’. Há uma ‘melhora sutil’ no pulmão esquerdo.
Ele responde positivamente aos antibióticos. Contudo, a equipe médica relatou desafios no processo de reabilitação. Bolsonaro sente forte fadiga muscular durante as sessões de fisioterapia. Medicamentos causam perda de equilíbrio. Dores na região dorsal e um episódio de soluços também ocorreram. Os soluços duraram cerca de oito horas.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Fonte: Jovem Pan News
Defesa de Bolsonaro Pede Cirurgia Urgente no Ombro ao STF
Ex-presidente busca autorização de Alexandre de Moraes para procedimento no fim de semana, alegando 'dor persistente e incapacidade funcional'.
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