Rogério Marinho, pré-coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República e líder da oposição no Senado, criticou o Partido dos Trabalhadores (PT) nesta segunda-feira (27). Marinho reagiu a um vídeo institucional do PT que associa a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro a um suposto escândalo envolvendo o Banco Master, acusando a sigla de mentira e uso de métodos antigos em sua estratégia para as eleições de 2026.
Conexão com Banco Master e Reuniões Presidenciais
Marinho destacou a relação do PT com o Banco Master. Ele mencionou que Guga Lima foi sócio de Daniel Vorcaro, presidente do banco, até meados de 2024. O senador alertou para o impacto das acusações do PT.
“PT deveria estar com as barbas de molho, porque ele atinge de frente a espinha dorsal do Partido dos Trabalhadores, caracterizado pelo núcleo da Bahia”, declarou Marinho durante sua participação no programa ‘Direto ao Ponto’, da Jovem Pan.
O líder da oposição no Senado afirmou que a sociedade entre Lima e Vorcaro foi desfeita após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receber Daniel Vorcaro em diversas ocasiões fora da agenda oficial. Segundo Marinho, essas reuniões visavam “falar do socorro que deveria ser dado ao banco”.
Críticas aos Métodos do PT
Marinho descreveu o PT como uma “máquina azeitada de destruição de reputações” e uma “mercadoria vencida”. Ele reforçou que os métodos e personagens do partido permanecem inalterados ao longo de quarenta anos.
“No DNA do partido está a mentira, é praticamente indissolúvel. Não dá para falar do PT, sem falar de mentira, corrupção e emparelhamento de máquina pública”, disse. O senador concluiu, afirmando: “Eles não vão vencer com a mentira”.


