O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) como um “golpe” contra o governo do presidente Lula (PT), alegando que a administração “trata mal o poder Legislativo” e “tenta governar usando o Judiciário”. Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o senador afirmou que a decisão do Senado, com 42 votos contra a indicação de Messias, pode abrir caminho para o impeachment de ministros da Suprema Corte.
Flávio Bolsonaro também criticou o STF, afirmando que a Corte dá prosseguimento a ações de políticos que perdem no plenário e recorrem à instância superior, e que alguns ministros interpretam a lei de forma inadequada. Ele negou que tenha havido negociação com a oposição do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para o encerramento da CPI do Master em troca da votação da redução das penas para condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023. O senador mencionou que o ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes um procedimento cirúrgico no ombro, que não é urgente.
Em um fato inédito após a redemocratização, Jorge Messias foi o primeiro indicado ao STF a não ser aprovado desde 1894. A votação registrou 42 votos contra, 34 a favor e uma abstenção. A oposição ao governo Lula se articulou para barrar a indicação, e aliados admitiram que a rejeição representa uma derrota significativa para o terceiro mandato do petista e fortalece a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.
A oposição também articula o bloqueio de novas indicações ao STF até as próximas eleições. O Senado já havia retirado pontos do PL da Dosimetria para evitar conflito com a Lei Antifacção. A rejeição de Messias ao STF gerou declarações como a de Flávio Bolsonaro, que afirmou o “Fim do Governo Lula” após a decisão.
Em outro tema, a rejeição de Jorge Messias ao STF foi destacada, com o senador Moro pedindo indicação pós-2027. A votação histórica no Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, o que resultou em diversas reações e análises políticas.
A Câmara de Campo Grande adiou a votação de uma parceria público-privada em unidades de saúde, enquanto também discute a gestão compartilhada em unidades de urgência. O Hospital Regional de Dourados inaugurou um serviço de ressonância magnética.


