As políticas sul-mato-grossenses Tereza Cristina (PP) e Simone Tebet (PSB) mantêm sua proeminência na imprensa nacional, sendo frequentemente apontadas para cargos de relevo na política brasileira em 2026.
Tereza Cristina, embora tenha declarado publicamente o desejo de presidir o Senado e não concorrer à presidência da República neste ano, volta a ser lembrada para a disputa presidencial. A senadora reiterou sua posição de não ser vice de Flávio Bolsonaro (PL). No entanto, um vazamento de áudio atribuído a Flávio Bolsonaro, solicitando recursos ao banqueiro Daniel Voccaro, reativou discussões no centrão sobre a possibilidade de Tereza Cristina candidatar-se com Michele Bolsonaro como vice. A senadora não respondeu a questionamentos sobre o tema até o fechamento desta matéria.
Disputa pelo Senado
Simone Tebet trocou seu domicílio eleitoral de Mato Grosso do Sul para São Paulo visando uma vaga no Senado. Ela enfrenta uma disputa interna com Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB), ambos pré-candidatos à mesma posição. Tebet é frequentemente mencionada como potencial candidata a vice na chapa de Fernando Haddad (PT). Contudo, a senadora afirmou que sua participação eleitoral se restringe à candidatura ao Senado ou à ausência na disputa. O presidente Lula apoiou a mudança de domicílio eleitoral de Tebet, com o objetivo de fortalecer a oposição bolsonarista nas eleições para a Câmara Alta em 2026.
A movimentação política em torno das duas figuras reflete o cenário de cenário eleitoral de 2026. Paralelamente, o estado de Mato Grosso do Sul tem sido palco de diversas iniciativas, como o investimento em segurança pública e saneamento, além de discussões sobre eleições em órgãos como o Conselho Estadual de Direitos Humanos de MS e o Ministério Público Estadual em Amambai.


