Presidente da República expressou otimismo com o cenário político local e confirmou apoio às pré-candidaturas de Fábio Trad e Dona Gilda para o Governo, e de Vander Loubet e Soraya Thronicke para o Senado, visando o pleito de 2026.
Após votação apertada, o "outsider" de direita Abelardo de la Espriella e o herdeiro de Petro, Iván Cepeda, levam a disputa a 21 de junho, refletindo a profunda divisão e a crise de segurança no país.
Advogado de direita obteve 44% dos votos contra 41% do senador de esquerda, herdeiro político de Gustavo Petro, no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.
Cerca de 41 milhões de eleitores vão às urnas em 31 de maio de 2026 para escolher o próximo presidente; resultado impacta relação com Washington e legado de Gustavo Petro.
Dissidentes das Farc são apontados como responsáveis por explosão em Cauca, intensificando o terror em região estratégica e desafiando o governo Petro às vésperas do pleito presidencial.
Explosão em estrada do departamento de Cauca, atribuída a dissidentes das Farc, deixa 10 mortos e 12 feridos graves, com o número de vítimas podendo subir. Presidente Petro culpa Iván Mordisco e reforça combate ao terrorismo em meio a escalada de violência.